terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Queremos mais...

Começa assim...

Estou solteira por opção, para quê vou arrumar problemas pra mim? Vou ficando quieta no meu canto.

Conheci alguém, o papo fluiu nas redes sociais mas, não vou ficar, não vale a pena.

O papo continua, o interesse aumenta mas, tudo foi deixado bem claro, nada de compromisso.

Ficamos, e por incrível que pareça, foi maravilhoso.

E a dúvida veio, será que ficaremos de novo?

Ficamos, uma, duas, três, quatro vezes.

Começamos a dividir assuntos pessoais, mas ainda assim de maneira superficial, com critérios, afinal, não temos nada.

De repente ficamos sem assunto, não sei até onde ir, não sei se posso participar mais, me tornar mais presente, afinal, não temos nada.

Aí meu lado defensivo pensa: Chega, não vou ficar correndo atrás, quem quiser que venha até mim. 

Porém meu lado feminino gostaria que fosse tudo diferente, que ele fosse o cara, que ele fosse meu porto seguro, que ele fosse o ultimo. 

Maaasss, pelo andar da carruagem ainda não foi dessa vez, que pena...

Sempre queremos mais.
Por mais turrona, rebelde, desbocada, defensiva que uma mulher seja, ela sempre aguarda ser cuidada, protegida, ser o assunto da vida de alguém e, se esse alguém não chega, mais uma vez nos fechamos atrás da armadura de inatingível.

Próximo...

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

De novo o meu jeito...

Ai, ai...

Se tem uma frase que ouvi e que nunca vou esquecer é,

'Esse seu jeito ainda te atropela...'

É Brasil, o que posso fazer? Sou assim.

Sou faladeira, barulhenta, justiceira e não é a primeira vez que falo isso aqui.
Se dói? Dói mas, aguento.
Doeria muito mais tentar ser outra pessoa.

Não, não sei mentir, na verdade não sei lidar com as consequências que a mentira traz. Já experimentei e não gostei, e toco só levo uma vez.

Então, qual a solução pra mim?
Acredito que tentar expressar de uma maneira melhor o que quero transmitir e disso não passo, não quero mudar mais nada.

Se afasto as pessoas? Sim, afasto mas, hoje isso também não é algo que me preocupa, quero ao me lado somente quem queira estar ali. Se tem uma coisa que não sei fazer é bajular e ODEIO ser bajulada, brinco que não estou preparada pra ser famosa, kkk.

Tem uma coisa me incomodando bastante nos últimos dias, as rede social.
Útil, super útil ao meu trabalho maaasss, não tem me preenchido como pessoa.
Não estou conseguindo conviver com esse mundinho colorido com tinta vencida, onde as pessoas maquiam a própria vida, esquecendo o quanto é fácil remover uma maquiagem. E como os incomodados é quem tem que se retirar, tenho pensado muito em mudar de hábitos, voltar pro meu blog, escrever o que sinto, num espaço que só entra quem quer, ninguém é obrigado a vir aqui.

Sou estranha né!
Na verdade sou dona de uma consciência que não alivia pro meu lado,
Que constantemente reavalia minhas ações, opiniões e não hesita em me castigar, por isso a busca por paz interior é tão acentuada.

E o amor, por onde anda?
Essa é uma pergunta que tenho me feito.
No entanto, percebi que ainda preciso mudar coisas na convivência comigo mesma, que vão trazer mais felicidade ainda em estar só.
Sozinha e feliz, saberei ser mais feliz junto a alguém.
Fico por aqui aguardando a hora certa...

Falei né!
Poucos sabem o quanto me faz bem...

segunda-feira, 18 de maio de 2015

As faces do amor...

Ninguém deveria conhecer um amor proibido tão cedo.
Pois ter que carregar essa impossibilidade pro resto da vida é um penar descomedido.

Até o simples ouvir de música, 
Com todas as suas lembranças embutidas,
É de uma dor sufocante.

A memória do que não foi vivido, do que poderia ter sido, 
Consome feito fogo,
E restam apenas cinzas.

É um sentimento que vem de quando em quando,
Não pede licença,
Apenas surge de um olhar pro nada e,
E traz tudo ali outrora tão bem guardado.

Até quando? Quem saberá dizer? 
Quem proibiu?
Quem deixou de permitir?

São muitas perguntas e uma única certeza.
O amor tem muitas faces,
E uma delas é a dor.